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Livros de Jornalismo - minhas leituras

Em 2009 me formei em jornalismo. Alguns anos antes tinha uma dúvida cruel. Deveria estudar Jornalismo ou Letras? Uma coisa era certa, sempre fui apaixonado pela escrita. Após muitas pesquisas, conselhos de parentes e amigos, decidi me tornar jornalista. Bela escolha!

Minhas leituras sobre Jornalismo


Acompanhe os principais livros que utilizei para aumentar ainda mais meus conhecimentos sobre a profissão.
► Veja também leituras dos livros de marketing digital

Capa do livro A Arte de Fazer um Jornal Diário

A Arte de Fazer um Jornal Diário

Foi um dos primeiros livros de jornalismo que tive o enorme prazer de ler. Foi indicado pela jornalista Karen Debértolis e foi escrito por Ricardo Noblat. Logo quando iniciei o curso, tinha muito interesse em trabalhar em um jornal impresso diário. Mas depender apenas do curso superior não é o suficiente para ter o amplo conhecimento sobre uma área específica. Sem dúvida alguma, essa obra foi essencial para entender como é na prática a manutenção de um jornal diário. 

O livro é uma verdadeira aula para jornalistas, aspirantes a jornalistas e para o público em geral que tem interesse em saber como é um jornal, ou como deveria ser feito.

Assessoria de imprensa: como se relacionar com a mídia

Assessoria de Imprensa - como se relacionar com a mídia

Um ótimo livro para quem pretende distinguir assessoria de imprensa com relações públicas, ainda que as funções se complementem. O segmento que mais me apaixonei no jornalismo foi exatamente a assessoria de imprensa, o uso da comunicação nas empresas públicas e privadas. Por isso é praticamente impossível não ler o conteúdo dessa obra. Percebi ser o ramo mais promissor, ainda mais com o fortalecimento da internet e as mídias sociais. O livro me fez compreender como é o trabalho de um assessor, o cotidiano e as melhores técnicas e define o subtítulo, pois ensina de forma prática e clara como se relacionar com a mídia.. A obra foi escrita por Maristela Mafei.


Capa do livro de jornalismo de rádio

Jornalismo de Rádio

É muito raro um jornalista não gostar de rádio. Antes do curso já era um adepto desse meio de comunicação. A Universidade ensina muitas coisas práticas e teóricas, mas ainda assim considero insuficientes para ter um conhecimento mais avançado sobre o assunto. Achei necessário ler a obra Jornalismo de Rádio escrito por Milton Jung. 

O rádio soube como poucos assimilar as novas tecnologias, mantendo um público cativo e conquistando novos ouvintes, onde quer que eles estivessem. Da dona de casa ao alto executivo, diariamente milhões de pessoas sintonizam a emissora preferida em busca de notícias, informações ou mesmo de uma palavra amiga. Presente na internet, hoje é possível interagir com os apresentadores por e-mail ou telefone, aumentando a proximidade entre locutor e público. A obra consegue detalhar como é o cotidiano da produção de notícia em emissora de rádio.

Capa do livro de jornalismo - Meu Querido Vlado

Meu querido Vlado

Essa obra me ensinou a real diferença entre o jornalismo em tempos de ditaduras com a democracia. A profissão moderna não é tão livre quanto se pensa por que está "amarrada" aos interesses econômicos e políticos vigentes. Em 1975 o país vivia o ápice do regime militar e a morte - assassinato - do jornalista Vladimir Herzog representou as mãos de ferro do Estado contra o jornalismo que pouco interessava ao regime, já que a comunicação influência a sociedade.

O laudo oficial da morte do jornalista dizia que ele havia se enforcado. A farsa do suicídio não foi aceita pela sociedade, que realizou um grande protesto. Vlado, como era conhecido, e Paulo Markun, autor do livro, trabalhavam juntos na TV Cultura.

Capa do livro Abusado - O dono do morro Santa Marta

Abusado - O dono do morro Santa Marta - Caco Barcellos


Posso dizer categoricamente que o jornalista Caco Barcellos é o melhor profissional quando o assunto é jornalismo investigativo e livros reportagens. A obra Abusado revelou para mim a íntima relação entre o jornalista e os líderes de facções criminosas na favela para revelar informações jamais descritas com tanta perfeição pela grande mídia em nosso país.

O livro trata de uma reportagem investigativa sobre a entrada do Comando Vermelho na favela Santa Marta, no Rio de Janeiro, e a formação de uma geração de traficantes. Uma obra valiosa para obter conhecimentos técnicos sobre as reportagens investigativas e mundo cotidiano do tráfico de drogas em uma das maiores favelas do Rio.


Capa de um dos melhores livros de jornalismo - Rota 66

Rota 66 - Caco Barcellos

Um dos vários ótimos livros escritos pelo consagrado Caco Barcellos. O correspondente da Globo desmonta a intricada rede que forma o ‘esquadrão da morte oficial´ montado em São Paulo. Resultado de uma investigação meticulosa e audaciosa. É um dos melhores exemplos de livros reportagens que ensina além de todo o resultado de uma investigação criminosa, a boa escrita e melhor técnica para compor texto atraente de um livro reportagem.




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