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sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

Google bane notícias falsas na rede de publicidade

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Google bane sites de falsos conteúdos noticiosos
Espalhar notícias falsas em meio a sociedade não é novidade alguma. É praxe entre pessoas dos mais variados níveis de conhecimento e econômico. Para atender interesses de poucos, a grande mídia já perpetuou muitas informações falsas para convencimento em massa. Quem viu o tsunami no Japão, ocorrido em 2011, para muitos, parecia ser o primeiro fenômeno agressivo dessa natureza. Mas tsunamis assim sempre existiram no mundo, a diferença é que agora temos a internet e redes sociais, capazes de disseminar a notícia em poucos minutos, como um tsunami mesmo, aproveitando o trocadilho.

Quero dizer que, com as redes sociais, as notícias falsas são ainda mais largamente praticadas e compartilhadas. Elas chamam mais atenção pelo seu teor sensacionalista, e cai entre nós, o internauta em geral adora um sensacionalismo puro.

Antes tarde do que nunca, o Facebook e Google anunciaram recentemente medidas para combater essa prática e evitar que esses conteúdos sejam espalhados com facilidade.

200 sites são banidos da rede de publicidade da Google


O maior buscador do mundo, o Google, anunciou que 200 sites foram excluídos do rede de publicidade Display, um programa de afiliados que exibe publicidade proveniente de anunciantes Google em sites e blogs parceiros. Muitos deles tinham endereços e aspectos visuais semelhantes a grandes portais. Com isso, eles não mais exibirão e receberão renda de comissões publicitárias.

Mais de 1 bilhão de propagandas com informações falsificadas foram excluídas das indexações dos resultados de pesquisas.

Dois tipos de notícias falsas mais evidentes


Talvez você já deve ter se deparado com uma das situações abaixo.

1. Notícias falsas que parecem verdadeiras - publicidade desleal


Você acessa um determinado blog com conteúdo revelante. Logo abaixo ou ao lado da postagem, você encontra chamadas com títulos em caráter de manchete muitas vezes atrativas pelo seu sensacionalismo. Ao acessar a chamada tentadora, você é direcionado a um site que parece ser um portal de notícia, o conteúdo parece ser uma fonte de informação, mas é falso. Raramente utiliza fontes, e quando usada, ora são falsas, ora as fontes são de anunciantes.

Banner de exemplo com falsa notícia sobre emagrecimento
Divide opiniões? Quais? Opiniões inventadas.
Exemplo de manchete falsa com caráter noticioso, mas é publicidade
A manchete direciona para esse conteúdo que parece ser noticioso, mas com informações falsas.


Essa atitude menospreza os trabalhos de qualidade que muitas agências ou departamentos de marketing e assessoria de imprensa prestam. Somos atualmente bombardeados de conteúdos mentirosos que tentam burlar a inteligência das pessoas. Infelizmente, por falta de informação, muitas pessoas acreditam e caem nas armadilhadas.


2. Motivações políticas


Cameron Harris, universitário recém-formado, se aproveitou das tensões acirradas na campanha eleitoral norte-americana para criar uma falsa notícia, conteúdo ao qual ele mesmo declarou em entrevista nos Estados Unidos e noticiado na Folha de São Paulo, criou em apenas 15 minutos. Na ocasião, Harris aproveitou uma declaração de Donald Trump, ainda candidato na época, ao qual disse "acho infelizmente que a eleição vai ser manipulada" para  disseminar a informação de que Hillary Clinton havia falsificado milhares de cédulas de voto. Ele criou um site (hoje fora do ar), páginas nas redes sociais e em pouco tempo suas publicações renderam mais de 6 milhões de interações nas redes sociais e um ganho estimado em UU$ 1 mil dólares por hora com renda publicitária.

O título da matéria falsa era "Dezenas de milhares de votos fraudulentos para Hillary encontrados em depósito do Ohio".  Logicamente, no fervor dos debates políticos entre hoje presidente eleito Donald Trump e Hillary Clinton, as pessoas acreditaram e se revoltaram ao saber da "possibilidade" de fraude por parte da candidata. Esse e outros tipos de falsidades podem ter favorecidos o atual presidente dos Estados Unidos.

Esse é um exemplo claro que publicações falsas não partem apenas do meio político para manipulação das massas, mas também para atender interesses capitalistas até de pessoas anônimas.
Marcações ou categoria: Jornalismo, Marketing Digital
Imagem do jornalista Paulo Augusto Sebin

Escrito por

Jornalista especializado em marketing de conteúdo e SEO. Atua em comunicação organizacional e otimização de conteúdos para mecanismos de pesquisas. Já atuou em jornal impresso, assessoria de imprensa e emissora de rádio.


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